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Metaverso: entenda tudo sobre o assunto de uma vez por todas

Já imaginou interagir com outras pessoas, viajar e fazer uma infinidade de atividades em um ambiente virtual? Essa é a proposta do metaverso: um mundo virtual onde as pessoas possam ter uma vida inteira on-line. É como nos jogos The Sims e Fortnite, onde os jogadores criam seu próprio avatar, constroem casas, têm seus próprios afazeres e interagem entre si. 

No entanto, o que o metaverso busca fazer é estender essa interação para além do mundo dos jogos. A ideia é que possamos fazer de tudo – inclusive trabalhar e fazer compras – em um ambiente virtual

Mas, como tornar isso possível? Como está o desenvolvimento do metaverso? O que é metaverso e como seria o seu funcionamento? Estamos preparados para essa tecnologia? 

A seguir, você terá todas as respostas. 

O que é metaverso? 

Metaverso é um universo virtual imersivo onde seria possível interagir com outras pessoas e realizar atividades através de avatares em 3D. Seria como um ambiente onde vivenciaríamos a internet por dentro. 

Hoje, por exemplo, uma das principais formas como interagimos uns com os outros é através das redes sociais e dos aparelhos celulares e computadores. Mandamos mensagens, fotos, fazemos ligações de vídeo para pessoas que estão a quilômetros de distância… 

A ideia do metaverso é continuar promovendo essas interações, mas de maneira mais imersiva, em um mundo construído virtualmente

Através do uso da Realidade Aumentada (RA) e da Realidade Virtual (RV), com o uso de óculos especiais, fones de ouvido e sensores, isso seria possível. Entraríamos em espaços criados digitalmente e manteríamos nossas interações neles: desde reuniões de trabalho até momentos de lazer com amigos que moram em diferentes partes do mundo.

Quando o metaverso surgiu?

Apesar de estar totalmente em alta nos últimos meses, principalmente pela mudança do nome do grupo Facebook para “Meta”, o termo e a ideia do metaverso não são necessariamente recentes

O termo apareceu pela primeira vez em 1992, em um livro de ficção científica denominado “Snow Crash”, do autor Neal Stephenson. Na história, um entregador de pizza é, em um mundo virtual, um hacker samurai, e o nome dado a esse mundo é metaverso. 

Em 2003, a empresa Liden Lab tentou concretizar a ideia do metaverso em um jogo chamado Second Life. Nele, os jogadores podiam simular suas vidas reais em 3D, criando avatares e interagindo uns com os outros. Apesar de o jogo ter feito sucesso e ainda existir, ele não conseguiu se sustentar como algo tecnologicamente revolucionário. 

Outro exemplo de produção que trabalhou com a mesma ideia foi o livro de Ernest Cline, denominado “Ready Player One”, de 2011. Na obra, os personagens ficam horas jogando um videogame de realidade virtual como uma maneira de fugirem da vida difícil que possuem.

Como o metaverso funcionaria? 

A proposta do metaverso é possibilitar a interação virtual de uma maneira mais imersiva: não mais através das telas dos celulares e computadores, mas sim de um ambiente virtual tridimensional.  

Ao invés de acessarmos o site de uma loja para comprarmos uma roupa, por exemplo, entraríamos, por meio da RA e da RV, em uma versão virtual da loja, onde seríamos capazes de ver e experimentar virtualmente as peças. Ao invés de conversarmos com um amigo via vídeo chamada, poderíamos nos encontrar com ele em uma boate ou em um bar virtual. 

Além disso, o metaverso teria a sua própria economia, onde seria possível comprar, vender e negociar casas, itens e propriedades digitais. As criptomoedas e as NFTs, por exemplo, são tecnologias que tornariam possíveis as transações financeiras no metaverso. 

Loucura, não é? Mas o futuro está seguindo esse caminho. 

Ainda não é possível dizer quando teremos tudo isso na prática, no entanto, Mark Zuckerberg, quando descreveu sua ideia sobre o metaverso, disse que, em média, de 5 a 10 anos esse universo poderá estar presente entre nós.

Para que serviria o metaverso? 

Longe de ser somente um universo voltado para o entretenimento e para o trabalho, o metaverso seria interessante também para a educação

Imagine estudar e poder ter experiências imersivas e mais “palpáveis” daquilo que se está aprendendo? Operadores de campo que precisam saber como mexer em determinados equipamentos, médicos que precisam entender minuciosamente as partes do corpo humano…

Críticas e controvérsias sobre o metaverso

Por mais amplas que sejam as possibilidades do metaverso, muitas também são as críticas e controvérsias a respeito do assunto. 

Primeiramente, os equipamentos necessários para acessar o metaverso não são baratos, e isso diminuiria o acesso das pessoas. Outro ponto interessante 

é que o uso dos óculos de realidade virtual, requisito fundamental para entrar nesse mundo digital, pode causar mal estar nas pessoas. 

A questão da ética também é muito discutida. Já imaginou alguém roubar o seu avatar e se passar por você no metaverso? O que seria admissível de se fazer nesse ambiente virtual e o que seria inadmissível? Haveríamos de pensar a respeito do que configura um crime virtual? 

Além disso, como proteger os próprios dados dentro do metaverso? Principalmente quando grandes empresas – como a Meta e a Microsoft – já estão na corrida pelo desenvolvimento desse ambiente virtual. 

São coisas a se pensar. 

A questão é que não é mais possível ignorar a relevância e a chegada desse futuro tecnológico. Ele está cada vez mais perto de nós. 

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